segunda-feira, 28 de junho de 2010

Comportamento Adolescente

O comportamento do jovem brasileiro com dados da revista veja online:


Os jovens brasileiros são consumistas, acomodados, individualistas e, sobretudo, vaidosos – muito vaidosos. Trata-se de uma autodefinição. Nesta semana, a MTV divulgou os resultados de pesquisa feita com 2.359 moradores de sete capitais brasileiras com idade entre 15 e 30 anos. Defrontados com uma lista de dezesseis adjetivos que poderiam caracterizar a sua geração, mais de um terço dos entrevistados (37%) optou pela palavra "vaidade". "Consumismo" veio em segundo lugar. Os jovens brasileiros, afirma a pesquisa, preocupam-se com a forma (75% praticam esportes e 31% tentam consumir alimentos diet ou com baixa quantidade de calorias), aprovam as cirurgias plásticas com finalidades estéticas (55%) e se esforçam para estar atualizados com a moda (41% já trocaram de aparelho celular de duas a três vezes, por exemplo). Outro dado impressionante: 60% dos entrevistados disseram concordar que "pessoas bonitas têm mais oportunidades na vida". A pesquisa, encomendada ao instituto Datafolha, ouviu jovens pertencentes às classes A, B e C, moradores das cidades de São Paulo (e interior), Salvador, Brasília, Rio de Janeiro, Recife, Belo Horizonte e Porto Alegre.


Pitadas extras de narcisismo são parte da natureza adolescente. No caso brasileiro, no entanto, tudo indica que há um certo exagero na dose. Entre os anos de 2002 e 2003, o número de jovens que se submeteram a cirurgias plásticas no país cresceu 45%, segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética. Mais de 11% do total de plásticas realizadas no país são feitas em pacientes de até 20 anos. Nos Estados Unidos, esse número não passa de 7%. Lá, a cirurgia campeã é a rinoplastia (correção do nariz para tratamento de distúrbios respiratórios ou finalidades estéticas). No Brasil, lidera o ranking das plásticas o implante de prótese para aumento dos seios. O jovem brasileiro também é campeão mundial no que diz respeito à disposição de consumir. Pesquisa feita pelo Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, em parceria com a Unesco, estudou hábitos de consumo de jovens de diversos países e concluiu que, entre os que disseram "interessar-se muito por compras", a maior porcentagem era de brasileiros: 37%. Os franceses vieram em segundo lugar, com 32%, seguidos pelos japoneses (31%).
Parece espantoso? Nem um pouco, afirmam especialistas. "O jovem não é um grupo separado da sociedade. É parte e reflexo dela", afirma a psicanalista Cleusa Pavan, professora do Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo. Assim, num país campeão em cirurgias plásticas, nada mais natural que os jovens também liderem o ranking no seu segmento. O mesmo ocorre com o consumo. "O Brasil é uma nação emergente. Países nessa situação, assim como pessoas, tendem a valorizar ou exagerar hábitos de consumo, em especial os que denotam poder e riqueza", afirma o publicitário Luiz Alberto Marinho, especialista em tendências de consumo. Conclusão: se o universo adolescente vem dando mostras de um narcisismo exacerbado e de um consumismo exagerado, a responsabilidade por isso é, antes de tudo, dos adultos. "Os próprios pais desses adolescentes estão muito preocupados com a aparência. A deles e a dos filhos. Muitos cobram das crianças que sejam magras, bonitas e bem-vestidas o tempo todo", diz a psicóloga Ceres Alves de Araujo, professora da PUC de São Paulo. O psicanalista Contardo Calligaris também acredita que a responsabilidade pelo comportamento dos jovens tem muito a ver com as expectativas dos adultos. "Os adolescentes são sempre excelentes intérpretes do desejo de seus pais", afirma Calligaris. "Assim, consciente ou inconscientemente, acabam realizando os sonhos consumistas dos adultos – que, não raro, se dizem horrorizados com os hábitos dos filhos, mas sentem uma ponta de prazer em vê-los realizar sonhos que eles próprios não querem admitir que têm."
 O consumismo adolescente, assim como a vaidade, vem sendo retratado com freqüência em programas de TV dirigidos ao público jovem. A própria MTV criou um programa inspirado nos reality shows americanos dedicados a mostrar as milagrosas transformações de que são capazes um bom bisturi e um alentado pacote de sessões dermatológicas. O Missão, apresentado pela modelo Fernanda Tavares, patrocina banhos de loja e imersões em salões de beleza a candidatos à metamorfose. Criado há menos de um ano, já está entre as cinco atrações de maior audiência da rede, que tem 35 programas ao todo. O seriado Malhação, da Rede Globo, com seus roteiros de estilo edificante, também já abordou o consumismo adolescente em diversos episódios. No mais recente deles, um adolescente pobre e interesseiro se aproxima de uma jovem bonita e ricaça só para se aproveitar do dinheiro dela e satisfazer seus desejos de consumo. Termina arrependido e redimido pelo amor. O fato de, no seriado, o consumista desenfreado ser um menino, e não uma menina, tem uma explicação. O aumento da vaidade masculina é uma das conclusões mais notáveis da pesquisa da MTV. Segundo o estudo, 37% dos adolescentes e jovens do sexo masculino hoje cuidam das unhas, 28% usam cremes no rosto, 25% pintam o cabelo e 22% fazem limpeza de pele. O estudante de direito Marcelo Campos Silva Abbondanza, de 22 anos, por exemplo, cumpre a lista inteira, à exceção da pintura no cabelo. A cada dez dias, submete-se ainda a sessões de bronzeamento artificial. "Tenho uma irmã mais velha, mas acho que sou o mais vaidoso de casa", diz Marcelo. O estudante de arquitetura Guilherme Salsarella, de 18 anos, conta que seus cuidados com a beleza se resumem ao cabelo, diariamente arrumado com a ajuda de cera importada. Em compensação, ele é capaz de gastar toda a mesada, de 680 reais, em roupas e chegou a torrar 700 reais em uma única conta de celular – quer dizer, sua mãe torrou. Em cinco anos, o estudante trocou dez vezes de aparelho.


GUILHERME SALSARELLA,
18 anos, estudante de arquitetura
"Não posso entrar em um shopping center. Compro até acabar meu dinheiro. Tenho quinze pares de tênis, mais de 25 jaquetas e 37 calças jeans, embora só use cinco. Minha mãe fica louca. Ela é psicopedagoga, socialista, superética. Nada perua. Eu sou consumista por mim e por ela."


De acordo com a pesquisa da MTV, não são só os telefones celulares que os jovens brasileiros vêm trocando com freqüência cada vez maior. Ela mostra que 53% dos entrevistados já "ficaram" com mais de uma pessoa na mesma noite e que 76% já beijaram na boca uma pessoa que conheceram no mesmo dia. "Esse tipo de comportamento reforça a constatação de que os jovens hoje têm uma ânsia muito grande pela novidade e, principalmente, pela quantidade", afirma a psiquiatra Carmita Abdo. A obsolescência acelerada, tanto dos objetos quanto dos relacionamentos, pode ter conseqüências negativas para esses adultos em formação, alerta a psicóloga Helena Lima. "Corremos o risco de ter uma geração de pessoas ansiosas e insatisfeitas", diz ela. "Hoje, a felicidade e o bem-estar duram muito pouco. Os jovens querem sempre um computador mais novo, um boné mais caro e um corpo mais satisfatório." Nesse cenário, nem as modelos, símbolos da perfeição estética, escapam da frustração. Pesquisa realizada pelo psicólogo Marco Antonio De Tommaso com 140 delas chegou à estarrecedora conclusão de que 100% das entrevistadas estão insatisfeitas com o próprio corpo. A quase-totalidade (92%) disse que gostaria de fazer lipoaspiração e 72%, plástica no rosto.


Aos pais, resta o dilema diário de decidir se cedem ou não aos desejos dos filhos. Uma menina de 16 anos deve se submeter a uma plástica nos seios? O pedido de (mais) uma calça jeans de 1.600 reais deve ser respondido prontamente com um "não" indignado? Especialistas afirmam que, para responder a questões como essas, os pais devem levar em conta dois pontos fundamentais. O primeiro é saber que ceder de imediato às demandas adolescentes – seja por excesso de condescendência, seja por falta de disposição de brigar – implica pelo menos um risco grave: o de criar filhos incapazes de lidar com a frustração e com a espera, duas características incompatíveis com o universo que os aguarda, o dos adultos. O segundo é que, para o adolescente, ser aceito por seu grupo constitui uma necessidade tão crucial quanto é, para o adulto, estar empregado, por exemplo. "É por causa disso que eles precisam muito mais de símbolos de estilo do que nós", diz o especialista em consumo Luiz Alberto Marinho. Uma calça cara pode ser, aos olhos do adolescente, menos uma extravagância de consumo do que uma espécie de senha para que ele consiga se integrar a sua turma. Cabe aos pais avaliar o que está por trás do desejo dos adolescentes. E, por via das dúvidas, dar uma espiada nos próprios extratos de cartão de crédito, antes de se indignar com o filho gastão.

Concluindo, o comportamento dos jovens se dá em torno de um modelo consumista e narcizista, o que de forma exagerada pode ser prejudicial a vida adolescente. Mas os jovens atuais não ligam para isso com tanto que estejam satisfeitos o que é um caso raro, ja que eles sempre querem mais de tudo. A beleza, a estética e o "estar na moda" é fundamental segundo a pesquisa MTV e a resportagem veja online.

Comportamento Profissional


Observando entrevistas de grandes profissionais por famosos sites da internet percebi que o profissional atual poderia seguir um manual de comportamento em relação ao seu trabalho seja qual for, na verdade esse comportamento mais formal, pode trazer grandes melhorias, quanto a cargo e quanto a respeito em sua área de atuação, seguem algumas dicas de como se comportar fora e dentro do trabalho, para sempre se manter como um respeitado profissional e crescer gradativamente:


1. Fico numa saia-justa quando há duas reuniões no mesmo horário, sem saber se escolho uma ou me viro para mostrar a cara nas duas.


R. Sabe aquele ditado que diz ''Quem tem dois não tem nenhum''? Ele se aplica a esse caso. Se você tentar participar das duas, não vai concluir nem um assunto nem outro. O melhor é priorizar, avaliando qual reunião é mais importante. Pista: a que conta com a presença do presidente, por exemplo, é sempre inadiável. Ambas têm o mesmo peso? Fique com a que foi agendada primeiro. Para não deixar ninguém esperando, avise que não poderá comparecer. E peça um resumo.


2. Respondo a dois chefes e nem sempre eles falam a mesma língua. Já aconteceu de me fazerem pedidos incompatíveis. Não sei para que lado correr.


R. As empresas precisam de profissionais proativos, que resolvam problemas. Por isso, esclareça a questão na presença dos dois. Isso não é contestar autoridade nem ser arrogante. É cuidar de maneira eficiente do seu tempo. Diga algo como ''Tenho estes pedidos e quero entender qual deles devo tocar'', sem fazer cara de constrangida.


3. Estou de olho em uma promoção e sei que uma colega com a qual me dou muitíssimo bem tem tudo para conquistar a tal vaga. Pega mal eu entrar nessa competição?


R. Amigas, amigas, negócios à parte. Claro que tem de haver um espírito de cordialidade - afinal, passam boa parte do dia juntas. Mas vale lembrar que a colega da baia ao lado não é sua amiga de infância. Ela está ali querendo crescer tanto quanto você. Que vença a melhor! E, mesmo que aparentemente a moça tenha mais chances, não desista sem tentar. Nem sempre o que parece óbvio é o que acontece.


4. Tudo bem pegar a bolsa e ir embora mesmo que todos ainda estejam com o computador ligado? Vai parecer que estou desmotivada?


R. Desde que não tenha deixado nada pendente, pode pegar a bolsa. Para não dar a entender que está saindo de mansinho, passe na mesa do chefe e diga ''Tudo o que eu tinha para fazer hoje está liquidado. Até amanhã.'' E não se sinta culpada pelos colegas. É bem provável que você esteja liberada mais cedo por focar mais no trabalho, não jogando tanta conversa fora, batendo menos papo no Messenger...


5. A turma do meu trabalho vive organizando churrascos no fim de semana, mas nunca estou a fim. Eu deveria participar mais?


R. Se não tem vontade, não se obrigue. Você trabalha com colegas que não necessariamente seriam seus amigos pessoais. Agora, se conviver com eles for importante para o seu networking, faça uma forcinha. (Fonte: Célia Leão, consultora de carreira)

Viagem: Orlando, a cidade da magia e da diversão



Seja bem-vindo à terra da magia. Onde os sonhos se tornam realidade e em um piscar de olhos, os visitantes voltam a ser crianças. Em Orlando a diversão não tem fim. Infinitas atrações, os parques mais famosos e a completa infraestrutura fazem da cidade um destino imperdível para quem não foi e inesquecível aos que já visitaram. Walt Disney World, SeaWorld, Universal Studios, Wet'n Wild são apenas algumas das opções de entretenimento e lazer, sem mencionar outros atrativos igualmente divertidos e cheios de aventura. Orlando é encantadora !
Pacotes Aéreos
Orlando Reino da Magia - 11 dias e 9 noites Guia desde o Brasil
a partir de R$5.072,24
Orlando Reino da Magia - JULHO - 12 noites Fretamento Gol
a partir de R$5.617,44
Flórida Fly and Drive - 13 dias e 12 noites TAM saídas em Julho
a partir de R$6.576,24
Flórida Fly and Drive - 13 dias e 12 noites TAM
a partir de R$6.933,44
Orlando Reino da Magia - 11 dias e 9 noites saídas até junho/10 (Econômico)
Confira
Pacotes Terrestres
Orlando Reino da Magia - JULHO - 13 dias e 12 noites - Somente Terrestre
a partir de R$3.173,44





Por: Stephany Andrade

Procurar culpado não ajuda a resolver problemas com enchentes, diz ministro




O ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais) disse nesta segunda-feira que apontar culpados não ajuda a resolver problemas provocados pela chuva no país, como o ocorrido em Alagoas e em Pernambuco e que deixou pelo menos 54 mortos.
Governo vai liberar benefícios para vítimas das enchentes no Nordeste. Em 10 dias, temporais matam 54 pessoas nos Estados de AL e PE. Animais mortos causam mau cheiro e confundem buscas. Seis cidades de Alagoas continuam sem água após chuvas

"Numa fatalidade como essa, aquelas pessoas que querem ajudar e resolver os problemas não têm que ficar procurando culpado. Têm que ficar buscando quais são as ações que nós temos que tomar", disse Padilha, após reunião em Brasília com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para dis
cutir a situação nos dois Estados.
De acordo com o ministro, entretanto, nas ações de reconstrução o governo federal pretende corrigir o que ele chamou de 'erros históricos' que estão ligados à tragédia.
"Certamente, ao enfrentar a situação de socorro, de emergência, no processo de reconstrução nós vamos corrigindo erros históricos. Um deles é garantir que as casas das pessoas estejam localizadas em locais apropriados, onde a ocupação territorial nestes municípios esteja preocupada também com a segurança das pessoas e com a valorização inclusive dos próprios imóveis."
Reportagem publicada no sábado (26) pela Folha mostrou que um relatório do Ministério do Planejamento aponta que há "desarticulação" das ações do próprio governo federal no combate a inundações e alagamentos no Brasil.
O texto cita o fato de obras antienchente estarem espalhadas por ministérios, a precariedade dos bancos de dados, a falta de planos de segurança e a atuação da Defesa Civil, que privilegia a reação ao invés da prevenção.
Em sete anos e meio, o governo federal gastou mais com reconstrução e assistência às vítimas (R$ 5,8 bilhões) do que com prevenção (R$ 1,1 bilhão). Além disso, Alagoas e Pernambuco têm sistemas falhos de prevenção de enchentes, que incluem a falta de radares meteorológicos e de equipes de Defesa Civil nas cidades.
A secretária nacional de Defesa Civil, Ivone Valente, reconheceu a falta de integração dos programas do governo. "Não tem o que discordar, é uma constatação", disse ela.
Padilha admitiu que o Brasil vem enfrentando "um quadro de repetição das situações de calamidade e enchentes." Mas apontou que, além do governo federal, Estados e municípios também precisam 'aprimorar' suas ações de prevenção desses problemas.
De acordo com ele, o governo federal vai investir R$ 3 bilhões em obras de drenagem por meio do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).




FÁBIO AMATO Da Folha

DE BRASÍLIA

Brasil passa pelo Chile e enfrentará Holanda no próximo jogo.


O Primeiro jogo do mata-mata foi superado. A seleção brasileira fez 3 gols no chile pelas oitavas de final da copa do mundo e tera como proximo adversario a Holanda, que parece ser o mais difícil até agora.



A Holanda e a Argentina são as duas únicas equipes com 100% de aproveitamento na competição, isto é, foram as duas únicas equipes que sairam vitoriosas em todas as partidas realizadas.



O Brasil emfrentara a Holanda Sexta Feira, dia 02 as 11horas ( de Brasília ) em Port Elizabeth.

Por: Fernanda Silva Vieira

domingo, 27 de junho de 2010

Teatro Zanoni Ferrite

Inaugurado dia 11 de junho de 2010, o Teatro Zanoni Ferrite apresenta uma programação cultural com foco nas atividades voltadas ao público infanto-juvenil, adulto e shows intimistas. Com excelente localização, em um dos pontos mais tradicionais e acessíveis da Vila Formosa, o Zanoni Ferrite é o resultado da transformação do antigo auditório da Biblioteca Paulo Setúbal em um teatro com a infra-estrutura necessária para a montagem de um espetáculo, capacidade de 205 lugares e acessibilidade para portadores de deficiência e mobilidade reduzida. A remoção de 420 m² de grades que cercavam a biblioteca deu lugar a um amplo calçadão pavimentado com sistema de ladrilhos especiais, concebidos exclusivamente para o local.O teatro recebe este nome em homenagem ao ator Zanoni Ferrite, paulistano, com passagem pela Escola de Arte Dramática, que atuou em diversas telenovelas na década de 70. Ferrite faleceu em um acidente de carro em São Paulo, em 1978.

Capacidade: 205 lugares
Programação - JUNHO/2010
Teatro Infantil:POR QUE O MAR TANTO CHORA.As Meninas do Conto. Com Simone Grande, Fabiane Camargo e Norma Gabriel. Percussão: Girlei Miranda. 60 min. + 6 anos.O grupo vem se apresentando na biblioteca na qual está localizada a sala de teatro desde 2002. Agora, na reabertura do espaço, retorna com este espetáculo. A história mostra uma princesa que nasce com uma cobra enrolada no pescoço. Quando jovem, a garota decide se casar e sua irmã, a serpente, é abandonada no fundo do mar.Teatro Zanoni Ferrite. Zona Leste. R$ 10 Dias 12 e 13, 16h.
TARDE DE PALHAÇADASGira Cia. Teatral. Texto e dir.: Jairo Mattos. Com André Ceccato, Carlos Baldim e Tadeu Pinheiro. Mestrina: Julia Mariano. 50 min. +3 anos.Trupe de palhaços monta um picadeiro e apresenta diversas reprises clássicas circenses, como a do jornal, a da bata, a da bomba, a da telepatia e a do boxe.Teatro Zanoni Ferrite. Zona Leste. R$ 10 Dias 19 e 20, 16h.
TIC TAC Cia. A Hora da História. Texto: Mauricio Barros. Dir.: Jacqueline Obrigon. Com Camila Cassis e Natália Grisi. 50 min. +3 anos.Em noite de réveillon, poucos minutos antes das 12 badaladas, os ponteiros do relógio Big Ben, sempre eficientes e pontuais, emperram. Eles iniciam uma discussão, e se separam para descobrir o que ocorreu.Teatro Zanoni Ferrite. Zona Leste. R$ 10 Dias 26 e 27, 16h.
Teatro Adulto
FLORILÉGIORoteiro: Mira Haar, Carlos Moreno e Elias Andreato. Dir.: Elias Andreato. Com Mira Haar e Carlos Moreno. Ao teclado, Jonatan Harold. 60 min. +12 anos.Musical em que são interpretadas canções da década de 1950, escritas por compositores como Lupicínio Rodrigues, Herivelto Martins, Carlos Gardel e Edith Piaf.Teatro Zanoni Ferrite. Zona Leste. R$ 10 De 18 a 27. 6ª e sáb., 21h. Dom., 19h.
Shows
VERÔNICA FERRIANIShow: Sambando, sim!No repertório, Verônica interpreta samba de raiz em canções como O samba da minha terra e Rosa morena, de Dorival Caymmi; Saudosa maloca, de Adoniran Barbosa; e As rosas não falam, de Cartola.Teatro Zanoni Ferrite. Zona Leste. R$ 10 Dia 17, 21h.
VÂNIA BASTOS Músicos: Ronaldo Rayol (violão), Eric Budney (contrabaixo acústico) e Nahame Casseb (bateria).No show, Vânia faz uma retrospectiva de sua carreira e interpreta obras de Caetano Veloso, Tom Jobim, Lô Borges, Milton Nascimento, Itamar Assumpção, entre outros compositores.Teatro Zanoni Ferrite. Zona Leste. R$ 10 Dia 24, 21h.
Telefone: (11) 2216-1520
Endereço: Av. Renata, 163 - Vila FormosaCEP 03377-000

http://www.prefeitura.sp.gov.br/

Férias: Muita neve, diversão e atrações imperdíveis em Bariloche


Esquiar, andar de trenó, brincar na neve, sem dúvida Bariloche é um destino para curtir o inverno em grande estilo. A enorme quantidade de atrações e belezas naturais atrai para essa pequena cidade da Patagônia argentina famílias, casais e grupos de amigos interessados em diversão. E não é à toa, além das estações de esqui ainda é possível fazer passeios de barco pelo Lago Nahuel Huapi, praticar caminhadas ecológicas, mountain bike, wind surfe, entre outros. O clima frio e os hotéis e restaurantes aconchegantes também são muito convidativos. E mesmo no verão, Bariloche oferece diversas opções de lazer e aventura.



mais informações pelo site:
http://www.cvc.com.br
Por: André Andrade